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Fraudes na execução de serviços, locação de máquinas e equipamentos. O rombo as cofres públicos foi de R$ 7 milhões

Fraude na Emurb gerou desvio de R$ 7 milhões em verbas públicas, diz Gaeco. O Ministério Público também requereu a indisponibilidade de bens dos acusados.

Denúncia foi oferecida pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) (Foto: Quésia Melo/G1)

Presos durante a segunda fase da “Operação Midas”, 19 empresários e servidores públicos foram denunciados pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) nesta quarta-feira (6). O MP chegou a informar primeiramente que foram 15 denunciados, mas atualizou o número ainda na noite de quarta.

Na ação, 18 pessoas foram presas, das quais nove eram funcionários do órgão, sendo que três ainda trabalhavam no local. O restante era empresários que mantinham contrato com a Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb).

Dois quadriciclos foram apreendidos e foi feita a indisponibilidade dos bens de todos os presos. A denúncia foi oferecida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Os autores da denúncia, os promotores de Justiça Bernardo Albano, coordenador do Gaeco, e Fernando Régis Cembranel, que conduz as investigações, informaram que as pessoas denunciadas estão envolvidas em fraudes na execução de serviços, locação de máquinas e equipamentos. O rombo as cofres públicos foi de R$ 7 milhões, segundo o Gaeco.

Para ressarcir o erário público, o Ministério Público também requereu a indisponibilidade de bens dos acusados, o que foi deferido pela 4ª Vara Criminal de Rio Branco.

Em coletiva no dia da operação,Cembranel disse que foi possível constatar que essa organização estava à vontade para desviar materiais e recursos públicos. Os presos vão responder pelos crimes de organização criminosa e peculato. Todos os funcionários investigados na ação ocupavam cargos de chefia, segundo o promotor.

A primeira fase da Operação Midas ocorreu em setembro de 2016, quando foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e três inspeções realizadas.

Na época das prisões, em nota, a Prefeitura de Rio Branco afirmou que sempre atendeu de forma irrestrita as solicitações de informações e documentos feitos Gaeco e que o grupo contou com toda a colaboração e total acesso durante o período em que as investigações perduraram.

A Emurb, segundo a nota, “adotou as medidas administrativas necessárias ao atendimento do interesse público e as requisições feitas pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) e Gaeco”, destacou.

 

Fonte: G1

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Matéria no NoticiadorWeb: Fraudes na execução de serviços, locação de máquinas e equipamentos. O rombo as cofres públicos foi de R$ 7 milhões

Autor: MKT PortaldoLocador.com

Data de Publicação: 11/09/2017

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